Custos - Gasto relativo a um bem ou serviço utilizado na produção de outros bens ou serviços.
Gastos - Sacrifício financeiro que a entidade arca para obtenção de um produto ou serviço qualquer, sacrifício esse representado por entrega ou promessa de entrega de ativos (normalmente dinheiro).
Investimento - Gasto ativado em função de vida útil ou benefícios atribuídos a futuro (s) período (s).
Despesa - Bem ou serviço consumido direta ou indiretamente para obtenção de receita.
Desembolso - Pagamento resultante da aquisição de um bem ou serviço.
Perda - Bem ou serviço consumido de forma anormal e involuntariamente.
Custo Direto - É aquele facilmente identificado no produto. Não precisa de critérios de rateios.
Custo Indireto - É aquele não identificado diretamente no produto, necessita de critérios de rateios para sua locação.
Custo Variável - É aquele que varia em função da quantidade produzida.
Contabilidade de Custos - Tem a finalidade de dar classificação, agrupar, controlar e atribuir custos.
Custos Contábeis - Origina-se de transações autênticas, que geralmente tem raízes contratuais ou legais.
Custos de Fabricação - São basicamente reconhecidos três categorias – matérias primas diretas, mão de obra e custos gerais de produção.
Exemplo de Materiais Indiretos - São considerados materiais indiretos óleos lubrificantes, materiais para limpeza, suprimentos de manutenção e reparos, etc.
Mão de Obra Indireta - São consideradas como mão de obra indireta salários de supervisores, auxiliares de escritório da fábrica, vigias, pessoal de manutenção, etc.
Custos Gerais de Fabricação - São considerados como custos gerais de fabricação depreciação do edifício, e dos equipamentos da fábrica segundo desta, aluguel, impostos, água, luz e força, etc.
Custos de Transformação - É o conjunto formado pela mão de obra direta e custos gerais de fabricação.
Custo dos Produtos - São custos de produção atribuídos as unidades que foram produzidas. São lançados contra a renda e tornado-se despesas somente quando os produtos são vendidos. Até esse momento eles são mantidos em contas de estoque.
Custos do Período ou Despesas do Período - Sendo de natureza não fabril são absorvidos em cada período, à medida que são incorridos. Eles incluem despesas de comercialização, venda, distribuição, pesquisa e administração.
Custos Fixos de Capacidade - São estes os custos das instalações de uma empresa. Eles representam a capacidade que ela tem de produção e venda de bens. A depreciação e a amortização são custos fixos que estão nesta categoria.
Custos Fixos Operacionais - Estes custos fixos são necessários à operação das instalações da empresa. Seguro, impostos, supervisão (quando fixa) são exemplos deste tipo de custo fixo.
Custos Fixos Programados - Estes são custos fixos não diretamente relacionados com as instalações e sua operação, com os quais a direção comprometeu a empresa. Pesquisa e Publicidade são exemplos de custos deste tipo.
Custos Semivariáveis ou Custos Semifixos - Os custos simivariáveis apresentam diferentes quadros de comportamento. Alguns tendem a permanecer constando em montante total através de certas faixas de produção e, então aumentam ou diminuem quando é atingida outra faixa de produção.
Custo Marginal - Representa o aumento dos custos totais resultante da produção de uma unidade adicional.
Controle de Custos - É formado por:
- Delineamento de centros de responsabilidade.
- Delegação de autoridade.
- Padrões de custos.
- Relevância dos custos controláveis.
- Relatórios de custos.
- Redução de custos.
Delineamento de Centros de Responsabilidade - Um centro de custo representa um setor de atividade relativamente homogenia, para o qual existe uma definição clara de autoridade, áreas comuns de operações e de responsabilidade destroem a própria essência do controle.
Delegação de Autoridade - Os esforços enviados para conseguir o controle dos custos estão sujeitos a fracassarem, se for regada, aos indivíduos encarregados da responsabilidade, a autoridade necessária para dela se desincumbirem.
Padrões de Custo - O controle de custos presume a existência de critérios razoáveis para medição do desempenho. Esses padrões de custos devem ser alcançáveis em condições operacionais normais e eficientes. O indivíduo cujo desempenho estiver sendo avaliado deve participar do estabelecimento dos padrões.
Relevância dos Custos Controláveis - Nem todos os custos são controláveis e custos diferentes são controláveis em escalões diferentes da organização. As flutuações dos preços de suprimentos podem estar fora da atuação da administração.Um supervisor departamental poderá ter pouca ou nenhuma influência sobre o estabelecimento dos preços da mão de obra da fábrica. Enquanto que a gerência da fábrica exige um controle muito mais amplo sobre tais custos. Somente aqueles custos que sejam controláveis diretamente por um indivíduo são relevantes numa avaliação do seu desempenho.
Relatórios de Custos - O controle eficaz dos custos exige relatórios de custos oportunos e significativos. Esses relatórios devem conter um confronto entre os resultados – padrão e os efetivos.
Redução de Custos - O controle dos custos atinge o seu nível mais alto do requinte quando existir um plano formal para eliminar os desvios desfavoráveis em relação aos padrões de custo.
Custos Orçados - São estimativas do que se julga que os custos serão.
Custos Padrão (Standard) - São medidas do que se julga que devem ser os custos.
Custos Efetivos - Descrevem quais foram os custos.
Custo de Incrementação - São custos adicionais, aqueles que não seriam incorridos se um determinado projeto não fosse empreendido. São, por conseguinte, custos evitáveis.
Custos Imputados - São custos hipotéticos, pelo menos no sentido de que são alheios às escritas da contabilidade ou não reconhecidos por ela. Entretanto, do ponto de vista do processo decisório. Os custos imputados dificilmente podem ser chamados de teóricos.
Custo de Oportunidade - É o custo resultante de uma alternativa à qual se tenha renunciado, ou se aprovado.
Custo Afundado - É aquele para o qual o dispêndio ocorreu no passado e que não será afetado uma determinada decisão que esteja em cogitação. Está em constante com um custo desembolsado (ou de incrementação). Que requer um desembolso adicional de dinheiro.
Custos dos Produtos Vendidos (CPV) - À medida que os produtos acabados são vendidos e entregues aos clientes, a responsabilidade pelo valor dos produtos (agora com preços mudados, do custo de produção para preço de venda) é transferida da função de armazenamento dos produtos acabados para o setor de contas a receber e cobrança.
Razão Geral da Fábrica - Uma técnica conveniente na organização de um sistema contábil é o uso de uma razão geral da fábrica. Exemplos do uso desta técnica de desdobramento da razão geral são encontrados em contabilidade de custos e também na contabilidade entre as filiais e a matriz.
Materiais Diretos - São materiais que efetivamente fazem parte do produto acabado.
Materiais Indiretos - São aqueles materiais que não fazem parte física do produto, também chamados materiais de consumo.
Critérios Básicos para Avaliação de Inventários
- PEPS (Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair) ou FIFO (First-in, First-out).
- UEPS (Último a Entrar, Primeiro a Sair) ou LIFO (Last-in, First-out).
- Custo médio (Média Aritmética Ponderada).
Perdas - As perdas podem ser classificadas de duas formas:
a) Perda Técnica
b) Perda Eventual
Perda Técnica - A perda técnica é aquela que faz parte do próprio processo de fabricação.
Ex.: Sobra de metal na usinagem.
Perda Eventual - É uma perda involuntária tais como:
Ex.: Erro de processo, Incêndio, Roubo e etc...
OBS.: As perdas eventuais não deverão ser lançadas a custo e sim ao resultado do exercício.
Custo para Processos - Quando os produtos são padronizados e produzidos de forma contínua.
Requisição de Material - Documento contábil para retirada de material dos almoxarifados, às vezes utilizados em outras formas de movimentação de materiais.
Recebimento e Conferência - O Departamento de Recebimento e Conferência é responsável pela verificação dos pedidos com as notas ficais de entrada e a entrega ao departamento de almoxarifado (Quando for o caso), após a inspeção dos itens.
Almoxarifado - Departamento responsável pelo armazenamento, controle, despachos, controle da qualidade dos itens que estão sob a sua responsabilidade e rodízio de materiais.
Área de Produção - Local destinado aos equipamentos que irão transformar matérias primas em produtos acabados.
Departamento de Produção - Responsável pelo controle das movimentações de materiais. Nos processos de produção, mão de obra e controle da qualidade sempre comparando com os padrões de produção.
FIFO - Abreviação da expressão inglesa “First-in, First-out” – Primeiro a Entrar, Primeiro a Sair.
LIFO - Abreviação da expressão inglesa “Last-in, First-out” – Último a entrar, Primeiro a sair.
Estoque Básico - É a quantidade necessária para manter a empresa em funcionamento.
Administração - É a ciência de administrar negócios.
Administração da Produção - É a ciência de administrar a produção de um bem em condições adequadas tais como: custo, capacidade de produção, qualidade, planejamento e atendimento das necessidades da empresa e do cliente.
“Break-even” (Ponto de Equilíbrio) - É o ponto em que a empresa não apresenta lucro e não sofre prejuízo.
Disponível - Normalmente disponível significa a quantia demonstrada no balanço geral exigida pelas operações totais da empresa.
Ativo Corrente - Os três mais importantes componentes do ativo corrente são: Disponível, Contas a Receber e Inventários.